Frase do dia: "Nunca encontrei uma pessoa tão ignorante que não pudesse ter aprendido algo com sua ignorância." – Galileu Galilei

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A internet torna as pessoas mais idiotas?


Homem idiota

Pelo que parece, não existem pesquisas que indicam isso, mas pelas coisas que observamos em sites como o Youtube, as pessoas principalmente os jovens, estão começando a fazer coisas cada vez mais idiotas para se tornarem populares graças à grande facilidade de colocar vídeos na internet, que faz com que muitos publiquem esses vídeos fazendo qualquer coisa em busca de reconhecimento e fama. E quando dizemos qualquer coisa isso inclui ações nojentas, violentas e perigosas. O pior de tudo são as pessoas que começam a copiar e fazer as mesmas ações irracionais, acreditando que irá ficar famosa também.

Alguns desses tipos de atividades são chamados de “marketing viral”, e os jovens de hoje realmente tem muito mais audiência, que acompanha cada vídeo, imagem ou texto que fazem, do que as gerações anteriores. E também os vídeos fazem muito mais sucesso quando trazem imagens que causem espanto, surpresa ou choque. Os jovens estão cada vez mais tentando fazer o possível para conseguir a popularidade, logo atitudes perigosas e idiotas, que é algo muito comum da juventude, aumentam de popularidade. O resultado é algo só descobriremos dentro de alguns anos.

“A maior idiotice do ser humano é não ser ele mesmo. Para provar aos seus semelhantes que faz parte da ”galera””. – Tatiana Antunes de Lima

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O que realmente somos ?


Bem x Mal

A todo o momento entramos em conflito com nós mesmos, temos a capacidade tanto de sermos bons como sermos maus, o ser humano tem essa tendência tanto de mentir, machucar, destruir, matar como também tende a fazer o bem, ajudar, compartilhar e até mesmo de criar a vida. Muitos dizem que nós somos maus por natureza, mas será isso mesmo verdade?

Em uma matéria da revista SuperInteressante, mostra que  estudos feitos pelo pesquisador Stanley Milgram na Universidade de Yale comprovam que talvez realmente o ser humano seja ruim por natureza. Eu particularmente acredito que o ser humano realmente possa ser mau por natureza, pense em alguns momentos do seu próprio cotidiano, e você perceberá o quão egoísta é. Verá o quanto fazemos as coisas apenas para obtermos nossa própria felicidade, sem pensarmos nos outros. Mas o que acredito não vem em questão neste momento.

Psicólogos acreditam que a maldade começa em nossa infância, e é causada pela influência das pessoas à nossa volta, aprendemos a ser maus, se vivêssemos em um lugar onde apenas nos ensinassem coisas boas, seriamos bons enquanto não encontrássemos o mal. O ser humano é facilmente influenciado, e nos influenciamos muito mais facilmente por más razões do que por boas. Vemos apenas nossos desejos, nossa felicidade, nossos egos.

Será que somos egoístas por natureza? Matamos por natureza? O que aconteceria se vivêssemos sós? E se fossem apenas ensinadas coisas boas?

“Quanta injustiça e quanta maldade não fazemos por hábito!” – Terêncio

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Jogo das máscaras


Máscaras

Ao admitir que cumpre-nos apenas viver conforme a sociedade já bem o definiu, cada qual desempenhando seus papéis sociais como o de marido, esposa, pai, mãe, trabalhador etc, permanecemos presos, impedindo o maior desenvolvimento. Não percebemos que cada papel carrega em si o próprio limite de atuação. Este limite é o referencial a que recorremos para definir as regras de cada atuação social necessária ao melhor convívio.

Cada papel diz respeito a uma máscara usada para encenar o teatro da vida. Agimos de maneira totalmente diferente dependendo de com quem estamos e onde estamos, temos que ser de um jeito para com nosso chefe, colegas, professores, familia, vizinhos e etc. É claro que temos personalidade, mas ela nos leva a vestir essas máscaras para que possamos nos adaptar ao cotidiano, para isso, cada máscara possui uma limitação de se agir, moldando-nos a uma forma de ser. Ocorrem conflitos por causa do desacordo entre tipo de temperamento introvertido ou extrovertido, experiências acumuladas, conceitos formados, e padrões de comportamento sugeridos pela sociedade. Nos casamentos, por exemplo, o psicólogo Carl Rogers (1902-1987) concluiu que Numerosos problemas desenvolvem-se na medida em que tentamos satisfazer as expectativas do outro…, e que não devemos nos afeiçoar pelos desejos, regras e papéis que os outros insistem em impor-nos.

Sabemos que deve-se existir limítes para que haja o convivio adequado, não estou defendendo a abolição de leis e regras, já bem explicadas por pensadores de outros séculos, como Thomas Hobbes (1588-1679), por sua afirmação de que O homem é o lobo do homem, e Voltaire (1694-1778), ao comparar: Para que uma sociedade consiga sobreviver, fazem-se necessárias as leis, assim como as regras para os jogos. A ordem política tem o seu papel na regulação do convívio entre os homens, mas nos revestimos destes papéis ao usar as máscaras sociais e agimos apenas em conformidade a eles. Não nos inquietamos a ponto de refletir sobre se devemos pensar e agir diferentemente do que estamos acostumados. Não ousamos participar mais dos acontecimentos. Um exemplo é a idéia de que política deve ser realizada apenas por político ou quem detém o papel deste setor para lidar com os esses assuntos. Nos enganamos. Podemos e devemos ser mais presentes em assuntos dessa natureza. Já se provou que a opinião popular é importante e tem peso, não só nas eleições, mas na luta pelos direitos democráticos, em processo de impeachment presidencial, referendo, etc. Basta usar a máscara para este tipo de necessidade e exercitar o seu papel.

Muitas vezes nos retraimos, e guardamos nossas opiniões para nós mesmos quando damos de cara com uma idéia que talvez possa no momento parecer melhor que as nossas, ou quando encaramos alguem que julgamos superior a nós, simplesmente obedecemos ou nos queixamos às escondidas sem propor idéias e pontos de vista contrários, que podem, conforme a ocasião e a necessidade, serem surpreendemente melhores.

Por detrás de toda máscara há um ser humano tentando sobreviver em seu meio, buscando a adaptação à sociedade ou grupo ao qual pertence. Portanto, os papéis são importantes. Segue-se, porém, que é relevante a capacidade potencial que todos possuem para desenvolver a criatividade, autonomia e ações pessoal e comunitária. Mas para dinamizá-la, urge reconhecer as múltiplas possibilidades a se desempenhar por meio de novos e essenciais papéis, além dos que já temos.

Há o poder que prende e o que liberta. Podemos crescer em outro papel, libertando-se da idéia prisioneira de limitação. A vida é repleta de oportunidades, mas se não acreditarmos em nossa própria capacidade, nada acontecerá. Escolha uma nova máscara ou melhore o desempenho das que já usa. Aproprie-se do poder que há em cada papel. Máscaras sociais que antes pareciam impossíveis de lhe pertencer estão mais próximas do que você imagina. Com que máscara deseja triunfar?

Fonte: Pensar21.com.br/

“Não importa para onde vamos, não importa onde estamos, nem com quem estamos. O que importa é saber quem somos.” – Vinícius Watanabe

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